Segunda-feira, 22 de Maio de 2006

Violência em São Paulo

Brasil entrincheirado por gangues está entregue à marginalidade

Aos leitores deste democrático espaço, quero dizer que o Brasil está entregue (literalmente) à marginalidade. Para não ficar por menos, digo que o país está entrincheirado por gangues. Os ataques terroristas dos traficantes matam mais que as guerras, mas esses problemas não vêm apenas da marginalidade das ruas. Brasília se tornou um “ninho” de marginais que sugam recursos públicos de todo jeito possível e este é um problema pouco falado, mas trata-se de uma doença crônica que dificilmente sanará a saúde do país.

Se vermos esses dois ângulos da violência brasileira, dificilmente vamos concluir ou ticar o que é pior e o que é menos pior. Nos últimos dias os criminosos receberam televisores de luxo nas penitenciárias, resultado de acordo com o Governo do Estado. Aliás, o atual governador teve a coragem de defender a entrega dos aparelhos dizendo que os prisioneiros têm direitos: “são seres humanos”. Para não colocar grosserias aqui, digo apenas que a declaração de amigo defendendo amigo.

Outra coisa: como editor de mídia impressa em São Paulo, posso confirmar com segurança que não houve mesmo envolvimento de portugueses ou luso-brasileiros nesses episódios, até porque, o povo português residente no Brasil tem sua maneira de viver e vive na honestidade (ao menos a grande maioria), sendo motivo de muitos elogios. Por fim, quem quiser conhecer mais da comunidade luso-brasileira, pode acessar nosso site: www.mundolusiada.com.br

Odair Sene, editor.
publicado por luso-paulista às 08:39
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5 comentários:
De SangueOculto a 22 de Maio de 2006 às 19:42
Felizmente, a comunidade Portuguesa radicada no Brasil não se mete em confusões de espécie alguma.
Concordo plenamente com o Odair. Não sei quem estraga mais a reputação do Brasil... se os políticos em Brasília ou se são as facções criminosas nas favelas. A doença crónica provém dos dois lados da moeda... políticos e marginais. E quem se lixa no meio disto é o mesmo, é o "mexilhão". É todo e qualquer cidadão Brasileiro, que trabalha, que quer viver honestamente, ter uma vida social e financeira e estável, e infelizmente, é inconstantemente assaltado, ameaçado, com a liberdade amordaçada.

Outro problema é o ordenado miserável de um agente policial no Brasil. Para a função que exerce, para as pressões sociais que sofre, o que ganha não justifica as pressões que sofre. Muitos dos casos os agentes e as famílias vivem nas próprias favelas, sujeitos a ameaças de morte. Há uma solução prática para essas situações mas iria ser dispendiosa para o Estado Brasileiro. Há situações em S.Paulo em que associações de moradores de zonas nobres da cidade financiam as patrulhas que protegem essas mesmas zonas, compram os meios necessários para essas patrulhas funcionarem (ex: Viaturas), tal como apoio social e psicológico. Uma situação que como não é possível através da própria organização e estrutura governamental, o apoio privado sustenta e assim há uma auto-protecção e uma organização entre moradores e a policia que tutela a segurança dessas zonas.

Depois há a "anedota" dos bloqueadores de rede instalados nas prisões. Para ser eficiente, os cabos de ligação e as antenas desses sistemas deveriam estar instalados e colocados em zonas de impossível acesso aos prisioneiros. Em zonas em que mesmo situações de rebelião, em que os presos mesmo nos telhados das prisões não tivessem como ter acesso às antenas. E os cabos de ligação deveriam estar colocados dentro da parede. O sistema assim só iria bloquear a zona da prisão, que era pretendido e não afectaria os moradores das zonas habitacionais do perímetro das prisões. Esse sistema existe mesmo. O Governo Brasileiro só tem de consultar os especialistas em sistemas de segurança, em vez de ir pela via mais "barata" que muitas vezes não é a mais eficiente.
De Brigada Bigornas a 8 de Agosto de 2006 às 19:36

EXCLUSIVO

O TSOR (Tribunal do Santo Ofício da RIAPA) teve no Líbano a investigar os incidentes em Qana e divulga agora o Relatório.

O Hezbollah chamou-lhe “"Operação Yassin" e o Hamas forneceu dois mártires para controlar as crianças.

Mais Informações no único sítio que conta sempre a verdade!
De Anónimo a 23 de Novembro de 2013 às 12:47
Inacreditavel
De daiane sousa a 31 de Janeiro de 2015 às 18:30
Esse pais esta perdido mesmo
De daiane sousa a 31 de Janeiro de 2015 às 18:30
Esse pais esta perdido mesmo

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